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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Especial CD/DVD – Metallica – Live In San Diego (ao vivo)

Show do Metallica registrado durante a épica turnê do “Black Album” em 1992 com o famoso palco em formato de diamante que ficava no meio do estádio com os fãs em volta e uma área vip bem no centro. Essa turnê passou pelo Brasil com show no Palestra Itália em SP. Lançado primeiro em DVD com pelo menos 2 versões diferentes, apareceu também em CD sim, obviamente sem ter o show completo.

O show abre com a mesma introdução que tem sido utilizada nos shows da banda de 2010 para cá com a instrumental The Ecstasy Of Gold, trilha sonora do filme italiano The Good, The Bad and The Ugly composta por Ennio Morricone, seguida direto por Enter Sandman, o grande hit da época (e que continua sendo um dos maiores sucessos da banda até hoje). Na sequência, 3 clássicos da pesada com Creeping Death, Harvester Of Sorrow e Welcome Home (Sanitarium) para depois emendar 4 do “Black”; Sad But True, Wherever I May Roam, Trough The Never e a balada The Unforgiven.

O Show continua com um medley de músicas do And Justice For All, outra das antigas aparece a seguir com The Four Horsemen, do 1º álbum da banda, Kill’em All seguida de From Whom The Bell Tolls puxada em coro por um empolgado Jason Newsted, acompanhada de outra do mesmo disco, Fade To Black. O show de clássicos continua em mais uma trinca matadora com Whiplash, Master Of Puppets e Seek And Destroy que chega ao seu ápice com One, outro grande hit da banda.

Fechando o show temos a dobradinha de Last Caress e Am I Evil acompanhada de Battery, outra faixa pesadíssima deixando por último a versão de Stone Cold Crazy, do Queen. Eu já tinha o DVD numa das primeiras edições que lançaram há alguns atrás. Recentemente achei esse bootleg nas Lojas Americanas, tanto na do Gonzaga em Santos, como também na do Shopping Plaza Sul, onde comprei. Preço convidativo de apenas R$9,90, vale a pena pelo registro da época. Compre apenas se você for muito fã ou colecionador.

Lista de Músicas:
DVD                                                                       
01 – Enter Sandman*
02 – Creeping Death*
03 – Harvester Of Sorrow*
04 – Welcome Home (Sanitarium)*
05 – Sad But True *
06 – Wherever I May Roam
07 – Trough The Never
08 – The Unforgiven*
09 – Justice Medley
10 – The Four Horsemen
11 – From Whom The Bell Tolls*
12 – Fade To Black*
13 – Whiplash*
14 – Master Of Puppets
15 – Seek And Destroy
16 – One
17 – Last Caress*            
18 – Am I Evil*
19 - Battery
20 – Stone Cold Crazy*
* Músicas do CD

Onde: Lojas Americanas - Shop. Plaza Sul

Quanto: R$9,90 (CD) / R$14,90 (DVD)

Capas

DVD
 CD

terça-feira, 15 de abril de 2014

Especial CD/DVD – Iron Maiden – Rock And Ring 2005 (bootleg)

Bootleg do Iron Maiden contendo registro do show da banda no festival MTv Rock And Ring na Alemanha em 2005. O show, que fez parte da Early Days Tour, contém 16 músicas da era clássica do Maiden, já que fazia parte do lançamento do DVD documentário que dava nome à turnê. O DVD que abrange desde os primórdios da banda no início com Paul DI’Anno até o 4º álbum Piece Of Mind, o segundo com Bruce Dickinson, foi a base do set list com músicas dos 4 primeiros discos incluindo hits como The Trooper, The Number Of The Beas, Iron Maiden e Wratchild.
                                       
Após uma longa introdução, ouvem-se os primeiros acordes de Another Life do álbum Killers, seguida pela pancada de The Trooper. Antes de anunciar Remember Tomorrow, Bruce explica que essa foi a primeira música que ele tocou com o Maiden no seu 1º dia na banda e que não era tocada há muito tempo. O show segue com Where Eagles Dare e Run To The Hills dos albums Piece Of Mind e The Number Of The Beast respectivamente, antes de uma performance excelente de Revelations.

Voltando para o repertório dos tempos de Paul DI’Anno, temos Wratchild e Phantom Of The Opera, intercaladas com Die With Your Boots, cantada por Dickinson à plenos pulmões. O grande hit vem a seguir com The Number Of The Beast com direito até a um boneco representando Satã no palco e o número 666 no telão. Nessa música percebe-se uma pequena falha no som, mas nada que atrapalhe a audição.

Fechando o show temos a Iron Maiden, música deu nome à banda e também ao seu 1º disco, Running Free, momento em que Dickinson apresente os integrantes, Drifter (a única que não consta no CD) e Sanctuary. Todas dos 2 primeiros álbuns com DI’Anno mas cantadas com toda a competência de que só Bruce Dickinson pode oferecer! Um set list para enfartar qualquer fã com um coração um pouco mais sensível! Essa foi a primeira turnê “retro” do Iron, antes da Somewhere In Time e da mais recente Maiden England Tour, que passou por aqui no ano passado, inclusive fechando o Rock In Rio.

Pela qualidade de imagem e som, acredito que seja tirado de uma transmissão de internet (já que aparece uma URL na tela de vez em quando), mas não achei nada que confirme. No caso do CD, pode ter sido puxado do próprio DVD, ou do webcast de onde foi gravado o bootleg original. Apesar de não ser um item da discografia oficial, tem sido facilmente encontrado aqui em SP, normalmente em lojas menores principalmente na região central da cidade, e até nas Lojas Americanas, onde consegui os meus! Mesmo que você não seja um dos grandes fãs do Iron, só o set list já vale à pena, e o preço é convidativo também. Recomendo!

Lista de Músicas:
DVD
1.
Another Life*
2.
The Trooper * 
3.
Remember Tomorrow*
4.
Where Eagles Dare*
5.
Run To The Hills*
6.
Revelations*
7.
Wratchild*
8.
Die With Your Boots On*
9.
Phanton Of The Opera*
10.
The Number Of The Beast*
11.
Hallowed Be Thy Name*
12.
Iron Maiden*
13.      Running Free*
14.      Drifter
15.      Sanctuary*
*Músicas do CD

Onde: Americanas Shop. Plaza Sul

Quanto: R$9,90 (CD) / R$14,90 (DVD)

Capas

DVD
 CD

quinta-feira, 20 de março de 2014

CD – DIO – Inferno: The Last In Live (duplo)

Disco duplo de Ronnie James DIO com registro de show da sua fase solo do final da década de 90, e que passou pelo Brasil onde pude ver o show do Skol Rock em, 15 de novembro de 1997. Contemplando quase todas as fases da carreira do vocalista com músicas do Rainbow, Black Sabbath e a fase solo, incluindo até uma versão de Mistreated do Deep Purple, que era executada ao vivo por DIO nos tempo do Rainbow de Ritchie Blackmore. Ao todos são 18 músicas mostrando porque ele é considerado até hoje um dos maiores vocalistas da história do Metal. A banda de apoio da época contava com Tracy G (g), Larry Denison (bx), Scott Warren (t) e Vinnie Appice.

Disco 1

Após uma rápida introdução com uma voz distorcida narrando no estilo MAGICA, mesclada com o frisson do público, o show começa com Jesus, Mary And The Holy Ghost, com o riff e o vocal em stacatto no início antes de entrar na batida rápida e firme num som bem pesado seguida por Straight To The Heart, com o solo inicial emendando no riff e com DIO soltando toda a potência da sua voz. Em seguida, uma sequência matadora com a “balada” Don’t Talk To Strangers seguida pelo clássico Holy Diver, música que dá nome ao 1º disco do baixinho antes de entrar no tradicional solo de bateria de Appice.

O primeiro hit dos tempos de Black Sabbath vem a seguir com Heaven And Hell com DIO puxando o coro da plateia logo no início antes de começar a letra original numa versão até mais lenta do que o normal, mas não menos impressionante. Double Monday já mostra uma batida mais rápida e a guitarra bastante solada seguida do hit Stand Up And Shout, ainda mais rápida que a anterior e fechando o disco 1 com Hunter Of The Heart.

Disco 2

O 2º CD abre com um clássico do Deep Purple dos tempo de David Coverdale, e que DIO chegou a cantar em alguns shows do Rainbow com Ritchie Blackmore num versão melódica e dramática que conta ainda com um trecho de Catch The Rainbow, também dos tempos da parceria com DIO/Blackmore seguida de um virtuoso solo de guitarra. Daí em diante é um festival de clássicos de todas as fases do vocalista de deixar qualquer fã extasiado!

Da fase solo temos Last In Line, faixa título do 2º disco do DIO (e uma das minhas favoritas) acompanhada da não menos clássica Rainbow In The Dark e do hit Mob Rules do Sabbath! Fechando esse show fenomenal 2 sucessos do Rainbow com a bela Man On The Silver Mountain e o hino Long Live Rock n’ Roll, para encerrar com chave de ouro com mais uma da sua fase solo em We Rock!

Não me lembro onde comprei esse disco, pois já tenho ele há um bom tempo, mas de todos os ao vivo que tenho do DIO, esse é um dos melhores, não só pela qualidade de gravação mas principalmente pelo repertório, que inclui algumas faixas que não aparecem frequentemente nos shows dele. Recomendo a todos, principalmente fãs do Black Sabbath e do Rainbow!

Lista de Músicas:
Disco 1
1.              Intro
2.              Jesus, Mary & The Holy Ghost
3.              Straight Through the Heart
4.              Don’t Talk To Strangers
5.              Holy Diver
6.              Drum Solo
7.              Heaven and Hell
8.              Double Monday
9.              Stand Up and Shout
10.           Hunter Of The Heart

Disco 2
1.              Mistreated
2.              Guitar Solo
3.              The Last in Line
4.              Rainbow in the Dark
5.              Mob Rules
6.              Man on the Silver Mountain
7.              Long Live Rock ‘n’ Roll
8.              We Rock

Onde: N/A

Quanto: N/A

Ingresso Skol Rock 1997
 Capa do CD


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

CD – Metallica – In Concert (ao vivo)

Mais um CD ao vivo daqueles não oficiais que normalmente são puxados de DVD, dessa vez do Metallica. Como sempre, o CD não oferece informações no encarte além do nome das músicas, mas pelo repertório da para ver que foi gravado durante a turnê do “Black Album” já que nenhuma música dos discos seguintes figura no setlist. Em contrapartida, algumas músicas raras de se ouvir ao vivo como Welcome Home (Sanitarium), Whiplash e Harvester Of Sorrow fazem o CD valer a pena. A lamentar apenas a ausência de One, o primeiro grande hit da banda.


Disco 1

O disco 1 já começa bem com Enter Sandman logo de cara, o sucesso que alavancou de vez o Metallica como uma das grandes bandas do Trash americano seguida pela porrada de Creeping Death. A primeira música do famoso And Justice For All aparece com a ótima Harvester Of Sorrow acompanhada da emblemática Welcome Home (Sanitarium) do Master Of Puppets com sua longa introdução instrumental cheia de melodia e o vocal que começa suave até a música entrar na parte pesada do refrão.


A sequência que vem depois é praticamente inteira do “Black Album” com o outro hit Sad But True, Whatever I May Roam e Of Wolf And Man. Para quebrar um pouco o ritmo vem a balada The Unforgiven com uma bela introdução de violão antes de entrar o dedilhado tradicional da música que dura quase 7 minutos. A faixa seguinte mostra 12 minutos de virtuose pura com os solos de baixo e guitarra antes de fechar o disco com mais uma faixa do “Black” com a rapidíssima Through The Never.


Disco 2

Se o disco 1 foca mais no álbum mais recente da época, o 2 é uma viagem pelos primórdios da banda já abrindo com duas faixas do clássico Ride The Lightning; a ótima From Whom The Bell Tools com sua batida forte e as guitarras numa mistura de distorção e wah-wah seguida pela não menos empolgante Fade To Black, um pouco mais lenta e melódica. Na sequência temos Master Of Puppets, que dispensa maiores comentários acompanhada de Seek & Destroy numa versão com mais de 15 minutos!

Continuando o show temos Whiplash com muito peso e velocidade que é quebrada com a balada Nothing Else Matters também com uma longa introdução tocada no violão. A sequência que fecha o CD tem músicas pouco ouvidas ao vivo atualmente começando com o medley Am I Evil?/Last Caress do antigo EP Garage Inc., passando por Damage Inc. e Motorbreath do Master e Kill’Em All respectivamente e fechando com mais uma do Garage, Breadfan.


Achei esse bootleg numa banca de jornais próximo ao parque da aclimação, em São Paulo por um bom preço por ser um disco duplo. A qualidade do áudio é razoável, mas dá para ouvir bem e ter uma boa noção de como eram as performances da banda na época ainda com o baixista Jason Newsted. De qualquer forma, recomendo apenas se você for muito fã do Metallica, caso contrário, pode passar batido.


Lista de Músicas:
Disco 1                                                                  
01 – Enter Sandman
02 – Creeping Death
03 – Harvester Of Sorrow
04 – Welcome Home (Sanitarium)
05 – Sad But True
06 – Wherever I May Roam
07 – Of Wolf And Man
08 – The Unforgiven
09 – Bass/Guitar Solo
10 – Through The Never

Disco 2                                                                  
01 – From Whom The Bell Tools
02 – Fade To Black
03 – Master of Puppets
04 – Seek and Destroy
05 – Whiplash
06 – Nothing Else Matters
07 – And I Evil/Last Caress
08 – Damage Inc
09 – Motorbreath
10 – Breadfan


Onde: Banca Parque das Letras – Aclimação

Quanto: R$19,00 

Capa do CD
Metallica1.jpg

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

DVD – Black Sabbath – Rock Concert

Registro da apresentação do Black Sabbath no programa de TV Don Kirchner’s Rock Concert em 1975, no auge da formação original. Tocando apenas 5 músicas para uma plateia ensandecida, o Sabbath mostra um pouco do seu repertório da época com músicas dos álbuns Paranoid, Sabbath Bloody Sabbath, Vol.4 e Sabotage. Pelos créditos do vídeo que encontrei no Youtube, o show foi realizado em Santa Monica, Califórnia em 4 de abril de 1975.

O começo do show com Killing Yourself To Live é abafado pelos gritos da plateia fazendo com que demore um pouco para se ouvir o riff antes da entrada da voz de OzzY, na época jovem e no auge da forma com alcançando agudos que atualmente não chega nem perto. Na música seguinte, Hole In The Sky, o vocal agudo e rasgado continua intenso enquanto Tony e Geezer seguram os riffs e Bill Ward desça a pancada na bateria! Snowblind vem em seguida com o instrumental executado com perfeição além de ter um efeito de neve no palco durante a música.

O final do show não poderia ser outro senão a dupla War Pigs/Paranoid. A primeira fica ainda mais pesada com a mega-bateria de Bill Ward com muito mais peças se comparada com a que aparece do show de Paris em 1970, por exemplo. Já Paranoid como sempre, fecha o show com chave de ouro, levando a plateia à loucura! Destaque para o fato de no palco, Tony Iommi ficar no meio, literalmente “deixando OzzY de lado”, como já apareceu em outros shows dessa época e posterior também. De qualquer é um registro único, que merece ser visto com atenção.

Eu já tinha visto esse DVD para vender em algumas lojas do centro de SP e também pela internet, mas como nunca tinha informação nenhuma sobre o show, imaginava que fosse o mesmo do Never Say Die, já que o repertório incluía músicas de quase todos os discos da fase Ozzy. Recentemente achei numa loja da Av. Paulista por um preço bom e acabei comprando. Valeu à pena, pois nunca tinha visto nenhuma referência a esse show em DVDs anteriores, documentários nem nada! Especial para fãs e colecionadores! Recomendadíssimo!


Lista de músicas:
1- Killing Yourself To Live    
2- Hole In The Sky
3- Snowblind
4- War Pigs
5- Paranoid

Onde: BRJ Discos

Quanto: R$12,00 

Capa do DVD

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

CD – John Lennon & Yoko Ono – Sometime In New York City (duplo)

Terceiro disco solo de John Lennon, creditado como John Lennon, Yoko Ono and The Plastic Ono Band, Sometime In New York City foi produzido por Phil Spector, amigo de John e que foi o responsável pela polêmica produção do álbum Let It Be, o único dos Beatles sem a produção de George Martin. Um disco marcado por músicas de forte conteúdo político como Woman Is The Nigger Of The World e John Sinclair, e que inclui um CD bônus com algumas faixas ao vivo, inclusive de John tocando com Frank Zappa.

Disco 1

Começamos com Woman Is The Nigger Of The World, cujo título causou poêmica pelo uso do termo nigger, considerado racista, a música é uma balada com pitadas de blues e R&B seguida de Sisters, Oh Sisters cantada por Yoko numa levada alegre quase uma música infantil/adolescente. Attica State já mostra o estilo de rock mais característico da fase solo de John emquanto Born In A Prison volta para o ritmo mais lento e mais uma vez é cantada por Yoko. New York City mostra um rock rápido e direto com John cantando as aventuras dele e da esposa na “Big Apple”. Sunday Bloody Sunday é uma referência à morte de 13 pessoas numa passeata na Irlanda do Norte em 1972, mesmo fato que inspirou a canção homônima do U2, anos depois.

A faixa seguinte, The Luck Of The Irish também fala da Irlanda, numa calma balada acústica cantada por John seguida de John Sinclair, mistura de blues e country com guitarra carregada no slide numa levada que lembra a faixa Spider Man do Ramones. Fechando o CD temos Angela, referência a Angela Davis, membro do partido dos Panteras Negras condenado pelo assassinato do juiz Harold Haley num bela interpretação de Lennon e Ono juntos e por último We’re All Water, um rock rápido de mais de 7 minutos, mais uma vez na voz de Yoko.

Disco 2

Com gravações ao vivo de duas apresentações diferentes somando 5 faixas começando com áudio de qualidade apenas razoável inclusive em MONO. A primeira é a clássica Cold Turkey, numa interpretação rápida e com um vocal agressivo de John, seguida por Don’t Worry Kyoko, que nada mais é do que uma improvisação da banda fazendo um fundo para os berros de Yoko, ambas tiradas de uma apresentação em 1969 para um concerto da UNICEF com Billy Preston, George Harrison e Keith Moon.

Na sequência, 4 músicas tiradas da apresentação com Frank Zappa e o Mother’s Of Invention em 1971; Well (Baby Please Don’t Go), que apesar do nome, não é uma versão do clássico de Muddy Waters, apesar de também puxada para o Blues, Jamrag (outro festival de berros da Yoko), Scumbag, mais psicodélico no estilo Zappa e fechando com Au, continuação da faixa anterior.

Um disco interessante de se ouvir, instrumentalmente falando, traz o som característico da carreira solo de Lennon e bem produzido por Spector, que conseguiu deixar Yoko com uma voz até que aceitável para quem não era cantora! Paguei uma pechincha na BRJ Discos considerando que era um disco duplo, ainda mais depois que pesquisei o quanto custava nas grandes lojas como FNac, Saraiva e Submarino. Recomendo aos Beatlemaníacos (ou apenas Lennonmaníacos) de carteirinha!

Lista de Músicas
Disco 1
     1.       Woman Is The Nigger Of The World
     2.       Sisters, Oh Sisters
     3.       Attica State
     4.       Born In A Prison
     5.       New York City
     6.       Sunday Bloody Sunday
     7.       The Luck Of The Irish
     8.       John Sinclair 
     9.       Angela
     10.   We’re All Water
Disco 2 (ao vivo)
     1.       Cold Turkey
     2.       Don’t Worry Kyoko
     3.       Well (Baby Please Don’t Go)
     4.       Jamrag
     5.       Scumbag
     6.       Au

Onde: BRJ Discos

Quanto: R$11,90

Capa do CD

sábado, 12 de outubro de 2013

Show – Black Sabbath – Campo de Marte, São Paulo

Finalmente o dia tão esperado chegou! Depois de meses de espera desde de que comprei o ingresso logo no 1º dia de vendas no Credicard Hall eis que chega o dia do show do Black Sabbath em São Paulo! A 4ª apresentação do Sabbath no Brasil (se contarmos o show do Heaven&Hell em 2009) é a primeira, e talvez única, com OzzY Osbourne nos vocais. O show, que faz parte da turnê do novo disco 13, trouxe quase toda a formação original da banda que não contou com Bill Ward, que desistiu da reunião antes da gravação do disco alegando divergências contratuais.

Antes do horário previsto, como já tinha acontecido em Porto Alegre, as sirenes começaram a soar acompanhadas pelos gritos de OzzY “I Can’t F*cking Hear You!” anunciando War Pigs, o primeiro dos muitos clássicos da noite! Apesar dos problemas técnicos de som (que infelizmente ocorreram várias vezes, a música soou como hino cantada pelas quase 70 mil pessoas presentes no Campo de Marte. Into The Void veio seguir e continuou agitanto a galera acompanhada por duas músicas do Vol.4, Under The Sun e o hit Snowblind.

A primeira faixa do disco presente no set foi Age OF Reason, que apesar de soar perfeita não empolgou tanto como se esperava. O mesmo não se pode dizer das três músicas que vieram a seguir; Black Sabbath teve tudo o que tinha direito, o barulho da chuva e os trovões, os sinos, e o riff que marcou o início do Heavy Metal levando a plateia ao êxtase seguida por Behind The Wall Of Sleep. N.I.B foi uma das que mais agitou o público desde o solo introdutório do baixo de Geezer até a última nota fechando uma sequência que era quase todo o lado A do primeiro disco da banda (faltando apenas The Wizard).

End Of The Beginning teve uma recepção melhor que Age Of Reason das músicas do novo disco abrindo caminho para outra sequência clássica, dessa vez do Paranoid com Fairies Wear Boots e a instrumental Rat Salad seguida do solo longo solo de bateria, que foi a deixa para o pessoal poder ir ao banheiro e pegar mais uma cerveja. O solo terminou já emendando nas batidas de Iron Man o que fez a galera voltar correndo para o pista pois mais alguns clássicos estavam por vir!

A última faixa de 13 foi o single de lançamento do disco, God Is Dead e agitou mais do que as outras duas juntas com uma performance de arrepiar. Veio então Dirty Women, uma música que ainda não entendo o que faz no set list dessa turnê, já que dessa fase final do OzzY no Sabbath nos anos 70 tem músicas mais interessantes, de qualquer forma, Mr. Osburne arrancou risos da plateia quando disse: “ I Love dirty women!” Logo depois, o lendário vocalista anunciou que tocariam mais uma música, e se a galera ficasse “extra f*cking crazy” tocariam mais uma! Nada diferente do que já havia feito no RS dias antes.

Children Of The Grave levou a galera ao êxtase com seu riff clássico e um excelente vocal de OzzY que agradeceu a todos e deixou o palco juntamente com o resto da banda. Alguns momentos de suspense e todos retornam com OzzY puxando o core de “One more song, one more song”, obviamente acompanhado por 70 mil vozes. Eis então que Iommi entra com Sabbath Bloody Sabbath deixando a galera ensandecida com a “surpresa” que não durou muito já que tocou apenas a introdução e emendou na hit final que todos esperavam: PARANOID! É inegável dizer que, mesmo já tendo escutado essa música nos 3 shows que eu vi do OzzY, nada se compara a emoção de ouvi-la pela guitarra do próprio Iommi, o mestre criador do Heavy Metal!

Um misto de alegria e tristeza tomou conta da plateia ao final do show, alegria por ter testemunhado um evento histórico e tristeza por saber que o espetáculo tinha terminado. De qualquer forma foi uma noite memorável! Para mim, que já tinha visto o Sabbath duas vezes com outros vocalista (94 com T. Martin e 2009 com DIO) e três vezes o OzzY solo, esse foi um dos shows mais impressionantes que já vi, comparado apenas talvez ao show de Paul McCartney em 2010 no Morumbi!

Sobre a ausência da Bill Ward: acho que ela é sentida muito mais historicamente e pelo fato de poder dizer que vi um show com a formação 100% original do que tecnicamente falando, uma vez que Tommy Cufletos dá contado recado e bem. Duvido que Bill, por melhor que seja aguentasse um show desse nível, consequentemente uma turnê inteira. Sobre o local: acho que o Campo de Marte não é o lugar ideal para um show desse porte, que na minha opinião caberia muito bem em um estádio. O terreno irregular aliado ao espaço que foi delimitado para o show (que eu acho que podia ser bem maior) não ajudam muito, mas nad que estragasse uma noite que entrou para a história dos grandes shows de São Paulo. Inesquecível!

Setlist
1- "War Pigs"
2- "Into the Void"
3- "Under the Sun/Every Day Comes and Goes"
4- "Snowblind"
5- "Age of Reason"
6- "Black Sabbath"
7- "Behind the Wall of Sleep"
8- "N.I.B."
9- "End of the Beginning"
10- "Fairies Wear Boots"
11- "Rat Salad'
12- "Iron Man"
13- "God Is Dead?"
14- "Dirty Women"
15- "Children of the Grave"
Bis
16- "Paranoid"
Onde: Campo de Marte
Quanto: R$300,00

Ingresso



segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Especial – Rock in Rio 2013

Acabou mais um Rock in Rio e a edição de 2013 foi recheada de astros dos mais variados estilos nacionais e internacionais, como nas versões anteriores. Do Pop ao Death Metal, passando pelo Axé e o Eletrônico, o festival reuniu grandes lendas do Rock como Bruce Springsteen, Bon Jovi, Iron Maiden e Metallica e novos nomes da cena musical como John Mayer, Florence & The Marchine, entre outros. O que escrevo abaixo é a minha impressão dos shows que consegui assistir pela competente transmissão do canal pago Multishow, que fez uma cobertura completa do Rock in Rio mostrando todos os shows, entrevistas e tudo o mais.

No primeiro dia, nada muito relevante para os amantes do Rock já que as atrações principais eram Ivete Sangalo, David Guetta e Beyonce. Destaque apenas para a cantora baiana que cantou Love Of My Life do Queen, imortalizada por Freddy Mercury na 1ª edição do festival em 1985. Já o dia seguinte teve shows bem mais interessantes. O Capital Inicial fez um show prá lá de competente com Dinho Ouro Preto comandando a plateia com muito carisma e energia (impressionante como ele parece não envelhecer)! Entre os muitos sucessos da banda apresentados como Veraneio Vascaína e Fátima, uma homenagem ao Charlie Brown Jr. que dias antes tinha perdido o segundo integrante em menos de 6 meses após o suicídio do baixista Champignon, e uma ótima versão de Mulher de Fases do Raimundos. 

Na sequência, o Offspring veio com uma coleção de clássicos que fez muita gente voltar aos anos 90 com hits como Come Out And Play, Why Don’t You Get A Job e Pretty Fly. A banda americana não deu descanso para a plateia que pulou o show inteiro. Depois assisti um pouco do show da banda alternativa Florence And The Machine, que não conhecia. Achei a vocalista uma excelente cantora, embora o show tenha sido um pouco repetitivo na minha opinião, mas pelas reações que vi da plateia, dever ter emocionado muita gente. Dos shows do dia 15 (domingo) não assisti nada, já que não tinha nenhum artista que despertasse qualquer interesse.

O segundo fim de semana de shows começou na quinta-feira, dia 19, e talvez tenha sido o melhor dia do festival graças aos shows excelentes que o Alice In Chains e o Metallica apresentaram. Jerry Cantrel e companhia fizeram um show emocionante com hits do calibre de Rooster, Would, Dowm In The Hole, além de Man In The Box, é claro. Me impressionou o vocalista atual da banda, Willian DuVall. Em alguns momentos jurei que era Laney Stayley quem estava cantando! O Metallica fechou a noite com um show sem novidades em relação ao que apresentou aqui em 2010 na sua turnê solo e no último Rock in Rio de 2011. Como não teve nenhum lançamento nesse período (exceto pelo disco Lulu, gravado em parceria com Lou reed), o setlist foi bem parecido com o que aparece no DVD Orgulho Paixão e Glória. De qualquer forma, não faltaram sucessos como Wherever I May Roam, One, Enter Sandman e Seek & Destroy, levando a galera ao delírio!

Na sexta, a grande atração da noite (para mim) foi o show de Ben Harper acompanhado do gaitista americano Charlie Musselwhite. Quem me acompanha aqui no blog sabe como sou fã desse ícone do Blues que foi uma das minhas grandes inspirações para adotar a gaita como instrumento musical. Com um show diferente do que se esperaria num festival de música pesada, Harper e Musselwhite tocaram um setlist baseado no disco Get Up que ambos lançaram no começo do ano, mesclado com outros sucessos da carreira de cada um. Um showzaço, mas que acho que infelizmente, poucos deram o devido o valor.

Fechando esse dia, tivemos duas bandas mais voltadas para o estilo Pop/Rock, Matchbox 20 e Nickelback, que preparam as fãs para o show mais aguardado da noite, Bon Jovi. Chamado (ridiculamente) de Fábio Jr. do rock, por um grande portal de internet nacional, Bon Jovi fez um show burocrático. Sem o guitarrista Richie Sambora que deixou a banda meses atrás por problemas pessoais e sem o baterista Tico Torres que chegou ao Rio com problemas de saúde, tendo inclusive que ser operado, a banda fez o que pode considerando os desfalques, mostrou competência na parte instrumental, mas a voz de Jon parece não ser mais a mesma. Mesmo assim agradou muita gente.

No sábado não consegui assistir quase nada, tirando alguns minutos do show de Bruce Springsteen já no começo da madrugada. Queria muito ter visto o John Mayer, que disseram ter sido excelente, mas não deu. Ficou então para domingo o dia mais pesado do festival. No começo da tarde, os alemães do Destruction botaram um peso extremo no palco Sunset com um Metal pesadíssimo que não sei classificar. De qualquer forma, a galera se emplogou e várias “rodinhas” se abriram próximo ao palco! Mais no começo da noite, Sepultura e Zé Ramalho (ou Zépultura como disse Andreas Kisser em um determinado momento) fizeram um show diferente, que me lembrou o disco do Metallica com o Lou Reed que citei acima.

Na sequência veio o peso e a agressividade tradicionais do Slayer, que apesar dos problemas técnicos, empolgou os metaleiros mais fervorosos! Só achei um erro a escalação do Avenged Sevenfold para tocar depois deles. Fora a absurda diferença histórica e relevância das duas bandas no cenário do Metal, colocar uma banda que mais parece um Pop Metal para tocar entre Slayer e Iron Maiden foi uma tática um tanto quanto suicida na minha opinião. Mas aparentemente o público não se importou tanto com isso e o show do Avenged ocorreu sem maiores incidentes, pelo que pude notar.

Veio então o momento mais esperado do festival...Iron Maiden! Trazendo a tão aguardada turnê retrô Maiden England, baseada no disco Seventh Son Of A Seventh Son, o Maiden trouxe toda a sua parafernália e todos os Eddies que todos gostam de ver! O show teve um problema técnico logo no começo com o microfone de Bruce que demorou para ser ligado e os primeiros versos de Moonchild não puderam ser ouvidos. Problema superado, o Iron fez o show com a maestria de sempre, com todos os sucessos de sempre como Trooper, The Number, The Prisioner, entre outros, algumas faixas não se costumava ouvir como a própria Seventh Son e a já citada Moonchild. “Intrusas” no setlist apenas Afraid To Shoot Strangers e Fear Of The Dark, mas que deram um toque mais atual ao repertório! Um showzaço, como era de se esperar que fechou o festival com chave de ouro!


No geral, acho que foi um festival a altura das outras edições, principalmente as primeiras, Apesar do que muitos dizem, desde o começo o Rock in Rio foi um festival eclético misturando o Rock com Pop, MPB e outros ritmos. Se for para eleger um dia como o melhor, para mim seria o dia 19, pois os shows de Alice In Chains e Metallica foram os que mais me empolgaram, embora nos outros dias tenham tido atrações a altura! Destaco também a excelente cobertura feita pelo Multishow, que diferentemente da Globo, está acostumado a cobrir esse tipo de evento e com um time musicalmente experiente, seja como músico ou como jornalista/apresentado, casos de Beto Lee, Jimmy London do Matanza e as ex-MTv Didi Wagner e Titi Muller. Infelizmente não pude assistir in loco, como gostaria, me restou acompanhar pela TV para poder escrever esse post! Quem sabe numa próxima edição! Long Live Rock n’ roll! Long Live Rock in Rio!

Fotos

Offspring
 Alice in Chains
 Metallica
 Ben Harper & Charlie Musselwhite
 Iron Maiden

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

CD – Bon Jovi – Night Live – Time Square 2008

Outro bootleg baratinho que comprei junto com o Live in Melbourne (que na verdade era no Ritz de NY) do Guns n’ Roses que postei recentemente, Night Live mostra uma gravação de show do Bon Jovi (teoricamente) na Times Square em Nova York no ano de 2008. O CD conta com 9 sucessos da banda de Jon Bon Jovi e Richie Sambora, provavelmente uma versão de áudio do DVD de mesmo nome, porém sem ter o show completo.

A primeira música que aparece é You Give Love A Bad Name, com o começo da música ligeiramente cortado mas com uma qualidade de som aceitável, seguida pela balada acústica Wanted Dead Or Alive. It’s My Life vem a seguir com a plateia indo ao delírio, como sempre e Living On A Prayer mantendo a energia do público em alta.

A faixa seguinte é uma versão acústica do clássico do blues That’s Allright de Arthur “Big Boy” Crudup imortalizado pela voz de Elvis Presley. Na sequência temos Keep The Faith, sucesso da banda dos anos 90, a balada What Do You Got dá uma acalmada juntamente com When We Were Beatiful. O disco fecha com Who Says You Can’t Go Home, voltando para o Hard Rock tradicional do Bom Jovi.

No verso da capa ainda constam mais 6 músicas que não tem no CD! Mas considerando o preço que custou além do fato de que é um disco praticamente pirata, não dá pra exigir muita precisão nas poucas informações presentes, assim como o dos Beatles em que os nomes das músicas estavam na ordem errada e o do Guns n’ Roses que dizia que era de um show e era de outro. De qualquer forma, se for colecionador de bootlegs, fã do Bon Jovi, ou apenas apreciador de bom e velho Hard Rock, vale a pena!

Lista de músicas:
01 – You Give Love A Bad Name
02 – Wanted Dead Or Alive
03 – It’s My Life
04 – Living On A Prayer
05 – That’s Alright
06 – Keep The Faith
07 – What Do You Got
08 – When We Were Beautiful
09 – Who Says You Can’t Go Home

Onde: Americanas Shop. Plaza Sul

Quanto: R$9,90

Capa do CD

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

DVD/CD– OzzY Osbourne – Live

Registro de show realizado na turnê de OzzY Osbourne do álbum Black Rain em 2008 pela América do Sul que incluiu o Brasil com shows em SP e RJ. O show em questão foi gravado no Quilmes Rock, da Argentina dias antes do show em São Paulo, realizado do estádio Palestra Itália e que tive a felicidade de assistir! Na época a banda de OzzY ainda contava com Zakk Wylde na guitarra, Rob Blasko no baixo, Adam Wakeman no teclado e Mike Bordin na bateria.

DVD

Logo no início do show já dá para ver o logo do Quilmes Rock, identificando o local e data do show, já que o DVD não informa. Após a introdução tradicional de Karmina Burana o show começa com I Don’t Wanna Stop, do então recém-lançado Black Rain, seguida da clássica Bark At The Moon. Mais 2 grandes hits de OzzY vem na sequência com Suicide Solution e a já manjada mas sempre alucinante Mr. Crowley.

A faixa seguinte é mais uma do disco que dava nome à tour com Not Going Away acompanhada do primeiro clássico do Black Sabbath da noite com War Pigs. Road To Nowhere dá uma baixada no ritmo com a balada do disco No More Tears antes da apresentação da banda e do solo de guitarra interminável de Wylde. Na sequêcia, mais um hit do Sabbath com Iron Man antes de outro grande sucesso solo de Osbourne com I Don’t Know.

Fechando o setlist temos a balada melosa Here For You, a última do show que pertence ao já citado Black Rain, seguida de I Don’t Want To Change The World e belíssima Mamma I’m Coming Home, ambas do No More Tears. A música derradeira, como sempre, é Paranoid. Apesar da qualidade de imagem e som apenas razoável, não chega a ser uma gravação caseria, como dá para perceber pelas várias câmeras disponíveis, talvez seja tirado de alguma transmissão da TV local. Um ótimo combo de CD/DVD que encontrei nessa loja on-line junto com outros bootlegs interessantes. Recomendo para todos os Ozzymaníacos!

CD

O CD conta com o mesmo repertório do DVD já que o áudio muito provavelmente foi puxado do próprio. Todas as músicas cabem em um disco simples, não notei nenhum corte significativo nas faixas para que coubesse o show inteiro na mídia. O texto do encarte é o mesmo que aparece no DVD, destacando que é um show na América do Sul (sem especificar o local) e a presença ainda de Zakk Wylde na guitarra.

O Show

Uma noite inesquecível para os amantes do Metal no Palestra Itália, além do show magistral de OzzY e Cia, ainda tivemos 2 shows de abertura, com o Black Label Society de Zakk Wylde e a galera do New Metal do KORN! O BLS fez um show alucinante com Zakk abusando dos riffs e solos como é característico dele desfilando hits como Stillborn, Fire It Up e Bleed For Me. Nesse show Wylde cortou o dedo, fato que o fez sangrar durante todo o show da sua banda e também em boa parte do show do Madman. O Korn também fez um show competente aquecendo a galera para o evento principal.

O show de OzzY foi impecável, como já era de se epserar. Por mais sabido que fosse o setlist, ouvir os grandes clássicos dele e do Sabbath ao vivo é sempre uma experiência memorável. A grata surpresa ficou por conta de No More Tears, que não figurou nos outros shows da turnê na América do Sul (por isso não aparece no CD/DVD) mas que foi incluída nos sets dos shows aqui do Brasil a pedido dos fãs. Dos 3 shows que vi do OzzY solo, esse provavelmente foi o melhor, até porque nos outros (95 e 11) não tinha Zakk Wylde. Inesquecível!

Lista de Músicas*:
1- I Don’t Wanna Stop
2- Bark At The Moon
3- Suicide Solution
4- Mr. Crowley
5- Not Going Away
6- War Pigs
7- Road To Nowhere
8 - Crazy Train
9 – Zakk’s Guitar Solo
10 – Iron Man
11 – I Don’t Know
12 – Here For You
13 – I Don’t Want To Change The World
14 – Mamma I’m Coming Home
15 - Paranoid

*A mesma no CD e no DVD
Onde: Realshop10.com

Quanto: R$19,90 (DVD) e R$14,90 (CD)

Capa do CD