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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Especial Camisetas 13

Nesse post de hoje falo sobre camisetas que comprei na Galeria do Rock que não tem nenhuma marca específica, mas tem modelos bem legais, alguns até mais bacanas que os oficiais licenciados. Como um dos andares da Galeria é dedicado quase que exclusivamente para materiais de silk screen, algumas lojas produzem seus próprios modelos de forma independente. Nessa onda, já comprei diversas camisetas desse tipo em várias lojas, principalmente na FATUM e na ROCKLAND, entre outras.

Começando pelas brancas, tenho uma muito legal do OzzY, com uma imagem referente ao disco No Rest For The Wicked pegando quase toda a parte da frente e com o tradicional logo nas costas. Essa custou apenas R$7 pois estava na banca de pequenos defeitos. Também tenho uma com o logo do Black Sabbath (o Fallen Angel) em vermelho, comprada na Rockland.

Outra branca muito legal é uma do Pink Floyd com os tijolos do The Wall por toda a camiseta (frente, verso e mangas) além do texto igual à capa do disco, comprada na Fatum onde comprei também uma do Deep Purple, com o dragão que aparece na capa do disco The Battle Rages On na frente e com o os nomes dos integrantes da banda no verso, camiseta preta. Da mesma loja, tenho uma dos Beatles azul, com o Yellow Submarine na frente, e o logo da banda nas costas.  

Também por R$7, comprei uma do Iron Maiden, com uma estampa bem legal na frente, com o Eddie do disco Somewhere in Time, em azul e com o logo da banda nas costas, também preta. Completando a lista, uma do Heaven & Hell referente à turnê da banda no Brasil em 2009 outra do Black Sabbath com a clássica imagem de OzzY que aparece na capa do Vol. 4 em amarelo e uma de Ronnie James DIO, com a capa do álbum clássico Holy Diver!

Com certeza a Galeria é o melhor lugar para quem curte Rockwear comprar roupas e acessórios de rock. A maioria das lojas vende camisetas, babylooks, moletons e outras peças além de anéis, munhequeiras, bonés e outros itens, licenciados ou não, mas sempre com qualidade. Pode crer que você vai achar a camiseta da sua banda preferida por lá!

Onde: Galeria do Rock – várias lojas

Quanto: De R$7 a R$25

Fotos









terça-feira, 15 de abril de 2014

Especial CD/DVD – Iron Maiden – Rock And Ring 2005 (bootleg)

Bootleg do Iron Maiden contendo registro do show da banda no festival MTv Rock And Ring na Alemanha em 2005. O show, que fez parte da Early Days Tour, contém 16 músicas da era clássica do Maiden, já que fazia parte do lançamento do DVD documentário que dava nome à turnê. O DVD que abrange desde os primórdios da banda no início com Paul DI’Anno até o 4º álbum Piece Of Mind, o segundo com Bruce Dickinson, foi a base do set list com músicas dos 4 primeiros discos incluindo hits como The Trooper, The Number Of The Beas, Iron Maiden e Wratchild.
                                       
Após uma longa introdução, ouvem-se os primeiros acordes de Another Life do álbum Killers, seguida pela pancada de The Trooper. Antes de anunciar Remember Tomorrow, Bruce explica que essa foi a primeira música que ele tocou com o Maiden no seu 1º dia na banda e que não era tocada há muito tempo. O show segue com Where Eagles Dare e Run To The Hills dos albums Piece Of Mind e The Number Of The Beast respectivamente, antes de uma performance excelente de Revelations.

Voltando para o repertório dos tempos de Paul DI’Anno, temos Wratchild e Phantom Of The Opera, intercaladas com Die With Your Boots, cantada por Dickinson à plenos pulmões. O grande hit vem a seguir com The Number Of The Beast com direito até a um boneco representando Satã no palco e o número 666 no telão. Nessa música percebe-se uma pequena falha no som, mas nada que atrapalhe a audição.

Fechando o show temos a Iron Maiden, música deu nome à banda e também ao seu 1º disco, Running Free, momento em que Dickinson apresente os integrantes, Drifter (a única que não consta no CD) e Sanctuary. Todas dos 2 primeiros álbuns com DI’Anno mas cantadas com toda a competência de que só Bruce Dickinson pode oferecer! Um set list para enfartar qualquer fã com um coração um pouco mais sensível! Essa foi a primeira turnê “retro” do Iron, antes da Somewhere In Time e da mais recente Maiden England Tour, que passou por aqui no ano passado, inclusive fechando o Rock In Rio.

Pela qualidade de imagem e som, acredito que seja tirado de uma transmissão de internet (já que aparece uma URL na tela de vez em quando), mas não achei nada que confirme. No caso do CD, pode ter sido puxado do próprio DVD, ou do webcast de onde foi gravado o bootleg original. Apesar de não ser um item da discografia oficial, tem sido facilmente encontrado aqui em SP, normalmente em lojas menores principalmente na região central da cidade, e até nas Lojas Americanas, onde consegui os meus! Mesmo que você não seja um dos grandes fãs do Iron, só o set list já vale à pena, e o preço é convidativo também. Recomendo!

Lista de Músicas:
DVD
1.
Another Life*
2.
The Trooper * 
3.
Remember Tomorrow*
4.
Where Eagles Dare*
5.
Run To The Hills*
6.
Revelations*
7.
Wratchild*
8.
Die With Your Boots On*
9.
Phanton Of The Opera*
10.
The Number Of The Beast*
11.
Hallowed Be Thy Name*
12.
Iron Maiden*
13.      Running Free*
14.      Drifter
15.      Sanctuary*
*Músicas do CD

Onde: Americanas Shop. Plaza Sul

Quanto: R$9,90 (CD) / R$14,90 (DVD)

Capas

DVD
 CD

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Especial – Iron Maiden - Cerveja Trooper

Hoje farei um post diferente falando sobre a cerveja Trooper, lançada pelo Iron Maiden há alguns meses na Europa e que chegou recentemente ao Brasil em bares, empórios e supermercados. Fabricado pela Robinson’s Brewery, cervejaria tradicional inglesa de mais de 170 anos, a cerveja fez tanto sucesso com os fãs da banda, que a empresa teve que interromper a produção das cervejas tradicionais para aumentar a produção da Trooper. O primeiro lote que chegou por aqui em algumas lojas do Pão de Açucar e alguns bares de SP esgotou em poucos dias.

Não sou nenhum mestre cervejeiro, longe disso, mas como bom apreciador que sou da tradicional bebida alemã, resolvi arriscar e escrever um review sobre a Trooper. A garrafa já é um atrativo, com a tradicional imagem do Eddie utilizada no single que dá nome à cerveja estampada no rótulo colado a uma garrafa de vidro marrom. Logo no 1º gole, percebe-se que é uma típica cerveja inglesa, de cor escura (tipo Âmbar) e um sabor amargo e levemente adocicado. Aos poucos, você vai se acostumando com o paladar e começa a sentir o gosto forte da cerveja de trigo torrado, que realça o amargor. Com graduação alcoólica de 4.7% e o gosto forte e acentuado, ela é ideal para tomar à noite ou em dias mais frios.

Claro que ela fica melhor ainda se você tomar ouvindo um bom Heavy Metal de fundo, de preferência o próprio Maiden. Na 1ª vez que experimentei, num churrasco com os amigos, colocamos The Trooper para rolar e servimos um a um, antes de fazer um brinde especial, à amizade e uma das maiores bandas do mundo! Depois comprei umas garrafas para saborear em casa e poder escrever esse post com mais propriedade. Independente do gosto musical, é uma cerveja que vale à pena ser degustada com prazer! Se você for fã do Iron então, melhor ainda!

Informações:
Garrafa:500ml
Cervejaria: Robinsons
País de Origem: Inglaterra
Grupo da Cerveja: English Pale Ale
Estilo da Cerveja: Special/Premium Bitter
Cor: Âmbar
Graduação Alcoólica: 4,7%
Temperatura ideal para consumo: de 5 a 7° C
Copo ideal: English pint

Onde: Emporium Dini’s – Shop. Morumbi
Quanto: R$22,90

Garrafa/Rótulo



segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Especial – Rock in Rio 2013

Acabou mais um Rock in Rio e a edição de 2013 foi recheada de astros dos mais variados estilos nacionais e internacionais, como nas versões anteriores. Do Pop ao Death Metal, passando pelo Axé e o Eletrônico, o festival reuniu grandes lendas do Rock como Bruce Springsteen, Bon Jovi, Iron Maiden e Metallica e novos nomes da cena musical como John Mayer, Florence & The Marchine, entre outros. O que escrevo abaixo é a minha impressão dos shows que consegui assistir pela competente transmissão do canal pago Multishow, que fez uma cobertura completa do Rock in Rio mostrando todos os shows, entrevistas e tudo o mais.

No primeiro dia, nada muito relevante para os amantes do Rock já que as atrações principais eram Ivete Sangalo, David Guetta e Beyonce. Destaque apenas para a cantora baiana que cantou Love Of My Life do Queen, imortalizada por Freddy Mercury na 1ª edição do festival em 1985. Já o dia seguinte teve shows bem mais interessantes. O Capital Inicial fez um show prá lá de competente com Dinho Ouro Preto comandando a plateia com muito carisma e energia (impressionante como ele parece não envelhecer)! Entre os muitos sucessos da banda apresentados como Veraneio Vascaína e Fátima, uma homenagem ao Charlie Brown Jr. que dias antes tinha perdido o segundo integrante em menos de 6 meses após o suicídio do baixista Champignon, e uma ótima versão de Mulher de Fases do Raimundos. 

Na sequência, o Offspring veio com uma coleção de clássicos que fez muita gente voltar aos anos 90 com hits como Come Out And Play, Why Don’t You Get A Job e Pretty Fly. A banda americana não deu descanso para a plateia que pulou o show inteiro. Depois assisti um pouco do show da banda alternativa Florence And The Machine, que não conhecia. Achei a vocalista uma excelente cantora, embora o show tenha sido um pouco repetitivo na minha opinião, mas pelas reações que vi da plateia, dever ter emocionado muita gente. Dos shows do dia 15 (domingo) não assisti nada, já que não tinha nenhum artista que despertasse qualquer interesse.

O segundo fim de semana de shows começou na quinta-feira, dia 19, e talvez tenha sido o melhor dia do festival graças aos shows excelentes que o Alice In Chains e o Metallica apresentaram. Jerry Cantrel e companhia fizeram um show emocionante com hits do calibre de Rooster, Would, Dowm In The Hole, além de Man In The Box, é claro. Me impressionou o vocalista atual da banda, Willian DuVall. Em alguns momentos jurei que era Laney Stayley quem estava cantando! O Metallica fechou a noite com um show sem novidades em relação ao que apresentou aqui em 2010 na sua turnê solo e no último Rock in Rio de 2011. Como não teve nenhum lançamento nesse período (exceto pelo disco Lulu, gravado em parceria com Lou reed), o setlist foi bem parecido com o que aparece no DVD Orgulho Paixão e Glória. De qualquer forma, não faltaram sucessos como Wherever I May Roam, One, Enter Sandman e Seek & Destroy, levando a galera ao delírio!

Na sexta, a grande atração da noite (para mim) foi o show de Ben Harper acompanhado do gaitista americano Charlie Musselwhite. Quem me acompanha aqui no blog sabe como sou fã desse ícone do Blues que foi uma das minhas grandes inspirações para adotar a gaita como instrumento musical. Com um show diferente do que se esperaria num festival de música pesada, Harper e Musselwhite tocaram um setlist baseado no disco Get Up que ambos lançaram no começo do ano, mesclado com outros sucessos da carreira de cada um. Um showzaço, mas que acho que infelizmente, poucos deram o devido o valor.

Fechando esse dia, tivemos duas bandas mais voltadas para o estilo Pop/Rock, Matchbox 20 e Nickelback, que preparam as fãs para o show mais aguardado da noite, Bon Jovi. Chamado (ridiculamente) de Fábio Jr. do rock, por um grande portal de internet nacional, Bon Jovi fez um show burocrático. Sem o guitarrista Richie Sambora que deixou a banda meses atrás por problemas pessoais e sem o baterista Tico Torres que chegou ao Rio com problemas de saúde, tendo inclusive que ser operado, a banda fez o que pode considerando os desfalques, mostrou competência na parte instrumental, mas a voz de Jon parece não ser mais a mesma. Mesmo assim agradou muita gente.

No sábado não consegui assistir quase nada, tirando alguns minutos do show de Bruce Springsteen já no começo da madrugada. Queria muito ter visto o John Mayer, que disseram ter sido excelente, mas não deu. Ficou então para domingo o dia mais pesado do festival. No começo da tarde, os alemães do Destruction botaram um peso extremo no palco Sunset com um Metal pesadíssimo que não sei classificar. De qualquer forma, a galera se emplogou e várias “rodinhas” se abriram próximo ao palco! Mais no começo da noite, Sepultura e Zé Ramalho (ou Zépultura como disse Andreas Kisser em um determinado momento) fizeram um show diferente, que me lembrou o disco do Metallica com o Lou Reed que citei acima.

Na sequência veio o peso e a agressividade tradicionais do Slayer, que apesar dos problemas técnicos, empolgou os metaleiros mais fervorosos! Só achei um erro a escalação do Avenged Sevenfold para tocar depois deles. Fora a absurda diferença histórica e relevância das duas bandas no cenário do Metal, colocar uma banda que mais parece um Pop Metal para tocar entre Slayer e Iron Maiden foi uma tática um tanto quanto suicida na minha opinião. Mas aparentemente o público não se importou tanto com isso e o show do Avenged ocorreu sem maiores incidentes, pelo que pude notar.

Veio então o momento mais esperado do festival...Iron Maiden! Trazendo a tão aguardada turnê retrô Maiden England, baseada no disco Seventh Son Of A Seventh Son, o Maiden trouxe toda a sua parafernália e todos os Eddies que todos gostam de ver! O show teve um problema técnico logo no começo com o microfone de Bruce que demorou para ser ligado e os primeiros versos de Moonchild não puderam ser ouvidos. Problema superado, o Iron fez o show com a maestria de sempre, com todos os sucessos de sempre como Trooper, The Number, The Prisioner, entre outros, algumas faixas não se costumava ouvir como a própria Seventh Son e a já citada Moonchild. “Intrusas” no setlist apenas Afraid To Shoot Strangers e Fear Of The Dark, mas que deram um toque mais atual ao repertório! Um showzaço, como era de se esperar que fechou o festival com chave de ouro!


No geral, acho que foi um festival a altura das outras edições, principalmente as primeiras, Apesar do que muitos dizem, desde o começo o Rock in Rio foi um festival eclético misturando o Rock com Pop, MPB e outros ritmos. Se for para eleger um dia como o melhor, para mim seria o dia 19, pois os shows de Alice In Chains e Metallica foram os que mais me empolgaram, embora nos outros dias tenham tido atrações a altura! Destaco também a excelente cobertura feita pelo Multishow, que diferentemente da Globo, está acostumado a cobrir esse tipo de evento e com um time musicalmente experiente, seja como músico ou como jornalista/apresentado, casos de Beto Lee, Jimmy London do Matanza e as ex-MTv Didi Wagner e Titi Muller. Infelizmente não pude assistir in loco, como gostaria, me restou acompanhar pela TV para poder escrever esse post! Quem sabe numa próxima edição! Long Live Rock n’ roll! Long Live Rock in Rio!

Fotos

Offspring
 Alice in Chains
 Metallica
 Ben Harper & Charlie Musselwhite
 Iron Maiden

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

CD – Bruce Dickinson – Balls To Picasso

Disco solo do vocalista Bruce Dickinson após a sua primeira passagem pelo Iron Maiden, lançado em 1994. Acompanhado por Roy Z na guitarra, Eddie Cassilas no baixo e David Ingraham na bateria, Balls To Picasso tem ótimas músicas, além de contar o maior (e talvez único) hit dessa fase solo de Bruce, Tears Of The Dragon.

Abrimos o CD com Cyclops, uma música com quase 8 minutos que começa com a bateria e um ótimo solo de guitarra antes de entrar o riff e posteriormente a voz numa faixa lenta mas pesada, com um ar mais moderno devido aos efeitos. Hell No vem a seguir numa faixa mais cadenciada no início e que ganha velocidade a medida que vai chegando no refrão, já Gods Of War tem um riff muito semelhante ao estilo do Iron, mas sem parecer imitação e um vocal suave de Dickinson.

A 1000 Points Of Light já soa um pouco mais pesada já começando mais rápida e tem um refrão bem agradável seguida por Laughing In A Hidding Bush e seu riff pesadíssimo logo de cara com outro solo de guitarra magistral na abertura para depois diminuir o ritmo para a entrada do vocal e voltando a ficar pesada no refrão. Change Of Heart começa com um dedilhado de guitarra acompanhado de uma batida de marcha ao fundo com a voz aparecendo a seguir numa balada interessante, mas sem o brilho da outra que virou sucesso.

Mais para o fim do CD temos Shoot All The Clowns, uma faixa que pode se considerar pop até certo ponto num estilo um pouco mais Hard Rock do que Metal propriamente dito mas muito boa, Fire, que tem um riff bem pesado acompanhado de uma batida firme e Sacred Cowboys que começa a toda velocidade e tem um vocal quase Rap de Bruce. Por último, a balada que todos conhecem, Tears Of The Dragon, que segue um pouco o estilo de Wasting Love, que Bruce lançou no último trabalho com o Iron (até aquela época) em Fear Of The Dark.

Um ótimo disco, que ganhei de presente dos meus amigos Eliseu e Antonio há muitos anos atrás! Para que só conhece a baladinha, vale a penas escutar o disco inteiro pois todas as músicas são excelentes, além de ser um trabalho de um dos maiores vocalistas da história do Metal! Recomendadíssimo!

Lista de Músicas:
1.
Cyclops
2.
Hell No
3.
Gods Of War  
4.
1000 Points Of Light
5.
Laughing In A Hidding Bush  
6.
Change Of Heart  
7.
Shoot All The Clowns  
8.
Fire
9.
Sacred Cowboys
10.
Tears Of The Dragon  

Onde: N/A

Quanto: N/A

Capa do CD

sexta-feira, 14 de junho de 2013

CD – Iron Maiden – Maiden Japan

Bootleg do Iron Maiden registrado durante as últimas apresentações do seu vocalista original, Paul DI’anno gravado em maio de 1981 no Japão. O setlist conta com 16 músicas, todas obviamente dos 2 primeiros discos do Iron, o autointitulado Iron Maiden e o clássico Killers. Apesar de ter usado a capa do Maiden Japan original, esse disco é o registro do show completo gravado no Nakano Sun Plaza de Tokio com 16 músicas e não apenas 4 como no EP homônimo. Na época a banda contava com Paul DI’Anno (v), Steve Harris (bx), Dave Murray (g), Adrian Smith (g) e Clive Burr (bt).

O show começa com o baixo marcante e o solo de Wratchild, uma das minhas músicas favoritas dessa fase do Iron, seguida de Another Life começando com a virada de bateria e antes da entrada do baixo e das guitarras e o por último o vocal. Drifter é a música mais longa do show com mais de 8 minutos de rock rápido e pesado assim como a instrumental Gengis Khan, tão rápida quanto, mas com apenas 3 minutos de duração e Innocent Exile, num estilo mais próximo da música de abertura.

Na sequência, 3 grandes clássicos dessa fase com Iron Maiden, música que leva o nome da banda, a clássica Killers que batizou o segundo disco e Murders In The Rue Morgue, outra das minhas preferidas com DI’Anno. Outro hit vem a seguir com Phantom Of The Opera com seu solo inicial antes de entrar num riff velocíssimo e agressivo seguida por Purgatory. Remember Tomorrow dá uma diminuída no ritmo no começo aumentando a velocidade no decorrer da música e altenando partes rápidas e lentas. Outra boa sequência vem com as clássicas Running Free e Sanctuary.

Fecham esse ótimo show a balada Strange World, outra instrumental com Transylvania e por úlitmo Twilight Zone. A versão original da capa tinha o mascote Eddie segurando a cabeça do vocalista, mas foi vetada pelo empresário ao saber que a banda cogitava substituí-lo, ambas desenhadas por Derek Riggs. Segundo o site Iron Maiden Commentary, existem várias versões desse bootleg com outros nomes e capas, como The Big Heat, Heavy Users Of Power e Legendary First Gig. De qualquer forma é uma excelente oportunidade de ouvir um CD ao vivo de boa qualidade com a formação antiga do Maiden em um show completo. Eu particularmente gosto bastante da fase DI’Anno no Iron. Recomendo!

Lista de Músicas:

1. Wratchild
2. Another Life
3. Drifter
4. Gengis Khan
5. Innocent Excile
6. Iron Maiden
7. Killers
8. Murders In The Rue Morgue
9. Phantom Of The Opera
10. Purgatory
11. Remember Tomorrow
12. Running Free
13. Sanctuary
14. Strange World
15.  Transylvania
16.Twilight Zone

Onde: Paranoid Records – Galeria do Rock

Quanto: R$25,00 

Capa

Capa Vetada

quinta-feira, 18 de abril de 2013

MP3 – Iron Maiden – Maiden England '88 (iTunes)


Gravado durante a turnê do aclamado álbum Seventh Son Of A Seventh Son em 1988, Maiden England foi recentemente lançado em CD, DVD, Blu-Ray e em formato digital para o iTunes, aproveitando que a banda está novamente com a Maiden England Tour na estrada em comemoração aos 25 anos da mesma assim como fizeram anos atrás com a Somewhere Back in Time World Tour e que desembarca no Brasil no segundo semestre para shows em SP e Curitiba além do Rock In Rio. O disco apresenta 18 músicas com o repertório focado (obviamente) no disco recém lançado na época juntamente com os grandes hits da banda até aquele momento.

Disco 1

A 1ª parte com 10 músicas abre com a excelente Moonchild, faixa que também abre o já citado Seventh Son, seguida de The Evil That Men Do do mesmo disco. Na sequência, uma música que não é muito comum nos setlists do Iron (pelo menos que eu saiba) com The Prisioner e sua introdução clássica “I Am not a number...I’m a free man!” e a balada Still Life. Die With You Boots On e Infinite Dreams mantém o peso do show no nível esperado.

Fechando essa parte do show temos a clássica Killers, do 2º álbum da banda ainda na era Paul D’Ianno num ótima versão com Bruce antes de mais uma faixa do Seventh Son com Can I Play With Madness. Heaven Can Wait e Wasted Years vem na sequência fechando o disco 1.

Disco 2

Na 2ª parte, abrimos com mais duas faixas de Seventh, com a própria faixa título precedida por The Clarvoyant. Daí em diante uma sequência mais ou menos conhecida para encerrar os shows do Maiden, começando com The Number Of The Beast seguida de Hallowed Be Thy Name e Iron Maiden e a trinca final com Run To The Hills, Running Free e Sanctuary.

Vale ressaltar que nessa versão remasterizada, o baixo de Steve Harris está bem acentuado, não sei se já era assim nas versões anteriores ou se foi melhorado na nova mixagem, mas como o cara é o “chefe”, pode ser que tenha sido intencional, mas nada que atrapalhe a audição, já que os outros instrumentos estão bem definidos, mesmo em MP3.

Acabei optando pela versão digital, primeiro pela praticidade e pela falta de espaço (já que meus outros 500 CDs já estão transbordando pela casa) e também pelo custo, pois mesmo pagando em dólar, saia mais barato que comprar o CD duplo, disponível nas lojas e sites por não menos que R$50,00! Um bom aperitivo para os shows de banda em terras brasileiras em setembro. Recomendo para os mais fanáticos por Iron, ou para aqueles que gostam de álbuns ao vivo!

Lista de Músicas:
Disco 1
1 - Moonchild
2 - The Evil That Men Do
3 - The Prisioner
4 - Still Life
5 - Die With Your Boots On
6 - Infinite Dreams
7 - Killers
8 - Can I Play With Madness
9 - Heaven Can Wait
10 - Wasted Years

Disco 2
1 - The Clarvoyant
2 - Seventh Son Of A Seventh Son
3 - The Number Of The Beast
4 - Hallowed Be Thy Name
5 - Iron Maiden
6 - Run To The Hills
7 - Running Free
8 - Sanctuary

Onde: iTunes Store
Quanto US$10,99 (apox. R$22,00 menos da metade do preço do CD)

Capa


sexta-feira, 22 de março de 2013

CD – Iron Maiden – The Number of the Beast


Lançado em 1982, The Number of the Beast marca a estréia de Bruce Dickinson no Iron Maiden substituindo Paul D’Ianno nos vocais, e também é o último álbum com o baterista Clive Burr, que faleceu recentemente depois de anos brigando contra a esclerose múltipla. The Number é considerado por muitos uma obra prima do Heavy Metal e um dos melhores discos do Iron com sucessos como Children of the Damned, Run to the Rills e Hallowed Be Thy Name.

O disco abre com Invaders, uma faixa bem rápida apresentando a voz de Bruce num estilo completamente diferente do seu antecessor, bem mais agudo e melódico, seguida por Children of the Damned, um épico que começa como uma balada com solo de guitarra e viradas de bateria acompanhando o vocal suave até entrar na parte do refrão, ficando mais agressivo junto com a guitarra. The Prisioner começa com um trecho de um antigo seriado de TV antes de entrarem bateria e guitarra num riff stacatto pesado e mais uma excelente linha vocal de Dickinson.

22 Acacia Avenue é um Hard bem tradicional e rápido com o riff galopante tocado por Murray e Smith antecedendo a faixa título, que viria a se tornar o maior hit da banda. The Number of the Beast começa com o discurso de Vincent Price falando do número 666 antes de entrar o riff que se transformou num verdadeiro hino do metal tocado enquanto Bruce canta a introdução até o grito gutural que faz a entrada com toda a banda que segue até o refrão. Não é a toa que essa música segue como um dos principais (senão O principal) momentos dos shows do Iron até hoje, mais de 30 anos depois do seu lançamento!

Na sequência, outro clássico que também figura até hoje nos shows com Run to the Hills e sua introdução na bateria acompanhada do solo de guitarra com Bruce seguindo a mesma melodia no vocal até explodir num Heavy Metal rápido e um refrão quase Pop de tão fácil de assimilar que é. Gangland é outra faixa bem rápida puxada pela bateria de Clive Burr enquanto Total Eclipse já desacelera um pouco, mas sem perder o peso.

Fecha o disco mais uma música que virou um dos grandes clássicos da banda que por muito tempo encerrou os shows do Maiden com Hallowed Be Thy Name, com seu começo melódico e dedilhado até entrar num riff solado até a sequência de breaks no andamento da música para deixar apenas o vocal, o que se repete até chegar ao final apoteótico em que Bruce canta o nome da música a plenos pulmões! Mais um item básico na discografia de qualquer amante do Rock, seja ele clássico, hard ou metal! Obrigatório em qualquer coleção!


Lista de Músicas:
1.       Invaders
2.       Children Of The Damned
3.       The Prisioner
4.       22 Acacia Avenue
5.       The Number of the Beast
6.       Run to the Hills
7.       Gangland
8.       Total Eclipse
9.       Hallowed Be Thy Name

Onde: Americanas.com
Quanto: R$14,90

Capa do CD


terça-feira, 12 de março de 2013

DVD – Iron Maiden – Rock In Rio / The Number Of The Beast


DVD gravado no Rock in Rio de 2001 com a segunda apresentação da Donzela de Ferro no festival brasileiro durante a turnê do álbum Brave New World que marcou a volta do vocalista Bruce Dickinson à banda depois da polêmica era Blaze Bayley. Como sempre o Iron foi responsável por um dos maiores públicos daquela edição do festival levando mais de 180 mil fãs para a Cidade do Rock.

O setlist intercala os grandas clássicos da banda com as músicas do então recém lançado Brave New World além de algumas faixas dos trabalhos de Bayley, como Sign Of The Cross e The Clansman. Essa também foi a primeira turnê com a formação de 3 guitarras, já que Adrian Smith retornou junto com Dickinson se juntando a Dave Murray e Janick Gers que continuraram junto com Nicko McBrain além, é claro, do “chefão” Steve Harris.

Disco 1

Após a introdução operística, o show começa com 3 músicas novas na época com a ótima The Wicker Man seguida de Ghost Of Navigator e Brave New World. Após essa trinca de peso Bruce anuncia: “Coisa nova, coisa antiga...coisa do período jurássico!” antes de entrar com a clássica Wratchild dos primórdios da banda com Paul D’Ianno seguida do hit 2 Minutes to Midnight.

Fecham o primeiro disco mais duas faixas do então recém lançado Brave New World com Blood Brothers e The Mercenary intercaladas com Sign Of Cross, da “era Bayley” com mais de 10 minutos de duração e encerrando com o hit The Trooper que fica melhor ainda tocada com 3 guitarras e é cantada em coro pelo público.

Continuamos com a última música do Brave executada no show com Dream of Mirrors seguida de mais uma de Blaze Bayley com The Clansman, cada uma com mais de 9 minutos cada. O que vem em seguida é uma sequência de hits de cair o queixo começando com The Evil That Men Do seguida de Fear Of The Dark, uma das minhas preferidas do Iron, principalmente ao vivo!

O show continua com a música que dá nome à banda seguida do maior hit do Maiden com The Number Of The Beast! Fechando o espetáculo mais 3 bombas com Hallowed Be Thy Name seguida de Sanctuary e finalizando com chave de ouro com Run To The Hills, realmente um setlist impressionante com 6 faixas do disco mais recente da época intercaladas dos maiores clássicos da banda. Não é à toa que esse ano eles vem de novo!

Disco 2

O segundo DVD vem com os extras, como entrevistas, diário fotográfico, um especial “Um dia na vida do Maiden” entre outros. Comprei uma edição especial que vinha com o documentário Classic Albuns - The Number of The Beast. O documentário mostra o processo de gravação do 1º álbum de Bruce Dickinson com a banda através de entrevistas com os integrantes, produtores, o empresário Rob Smallwood entre outros. O DVD ainda apresenta alguns extras como clipes e apresentações ao vivo.

Um bom Pack mostrando o melhor do Iron tanto na fase clássica no documentário do The Number quanto no show, mostrando mais uma das históricas apresentações da banda no Brasil, um dos locais preferidos do Maiden para tocar, e onde novamente deverão fazer história esse ano ao tocar no Rock In Rio pela terceira vez! Recomendo a todos!

Lista de Músicas:
1.       Intro
2.       The Wicker Man
3.       Ghost of Navigator
4.       Brave New World
5.       Wratchild
6.       2 Minutes to Midnight
7.       Blood Brothers
8.       Sign Of The Cross
9.       The Mercenary
10.   The Trooper
11.   Dream Of Mirrors
12.   The Clansman
13.   The Evil That Men Do
14.   Fear Of The Dark
15.   Iron Maiden
16.   The Number Of The Beast
17.   Hallowed Be Thy Name
18.   Sanctuary
19.   Run To The Hills

Onde: Saraiva Shop. Morumbi
Quanto: R$44,90

Capa do DVD

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

DVD – Iron Maiden – Live After Death (versão “pirata”)


Primeira versão em DVD do clássico show do Iron Maiden que foi originalmente lançado em LP/CD duplo, o Live After Death. Trata-se da versão que saiu nas bancas de jornal há uns 10 anos atrás e que não foi autorizada pela banda a ponto de ter um comunicado no site do Iron pedindo para que os fãs não comprassem por não se tratar de um produto oficial. Acredita-se que tenha sido uma “gambiarra” da empresa que produziu o DVD a partir de uma antiga versão em VHS. Posteriormente o show foi lançado em caráter oficial, remasterizado e com vários extras.

O setlist é muito parecido com o da turnê Somewhere Back in Time que justamente reproduziu não só o set, mas também o palco (e os Eddies) dessa época a começar pela introdução do discurso de Winston Churchill antes da explosiva entrada de Aces High com um Bruce ainda cabeludo e bem mais jovem detonando como sempre! A sequência que vem depois é matadora com 2 Minutes to Midnight, The Trooper (como sempre uma das melhores do show) e a emociontante Revelations com Dickinson tocando...guitarra?!?!?!

O show continua com Flight Of Icarus seguida da interminável Rime Of The Anciente Mariner e depois emenda outra sequência de hits com Powerslave, a imortal The Number Of The Beast e Hallowed Be Thy Name. Para encerrar algumas músicas dos tempos de Paul D’Ianno como Running Free, Sanctuary e a própria Iron Maiden com apenas Run To The Hills já da “Era Bruce” no meio.

Apesar da baixa qualidade de som e imagem, essa versão acabou se tornando um item raro, por ser exclusiva aqui do Brasil e por toda a polêmica em torno da sua distribuição não autorizada. O meu comprei há muito tempo no Carrefour da cidade de São Vicente, na época em que morei no litoral. Difícil de encontrar atualmente, recomendo apenas se for realmente um colecionador de carteirinha ou um mega-fã do Iron como meu grande amigo Tavito!

Lista de Músicas:
1. Intro/Churchill Speech
2. Aces High
3. 2 Minutes to Midnight
4. The Trooper
5. Revelations
6. Flight Of Icarus
7. Rime Of The Ancient Mariner
8. Powerslave
9.The Number Of The Beast
10. Hallowed Be Thy Name
11. Iron Maiden
12. Run To The Hills
13. Running Free
14. Sanctuary

Onde: Carrefour São Vicente
Quanto: R$4,99 (saldão do dia)

Capa do DVD